Livro Grátis - Usando a fé diante dos confrontos - Pastor Marcio Junior

Livro Grátis – Usando a fé diante dos confrontos

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Livro Grátis – Usando a fé diante dos confrontos

Elias

Aprendendo com Elias a superar as adversidades da Vida

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Elias

A prova do Monte Carmelo (1Rs 18.20-46)

As religiões pagãs sempre foram acomodatícias e teria sido fácil fundir Baal e Jeová num único sistema; é quase certo que Jezabel o esperasse. Mas Elias era absolutamente intransigente. Melhor seria adorar Baal que um Jeová adulterado, um Jeová desprovido das Suas características próprias (21; cfr. #Js 24.14-15). Até quando coxeareis entre dois pensamentos? (21); segundo uma outra versão, “até quando hesitareis na encruzilhada sem saberdes que caminho tomar?” Eu só fiquei por profeta do Senhor (22); é provável que aqui, como em #1Rs 19.4 a expressão denuncie apenas uma grande solidão e não pressuponha a afirmação da inexistência de outros profetas (#1Rs 18.4; #1Rs 20.35; #1Rs 22.8) ou ponha em causa a sua reputação. O Deus que responder por fogo, esse será Deus; “esse será o Deus autêntico”, segundo outra versão. À medida que o tempo passava e crescia a agitação os profetas de Baal dançavam e saltavam à volta e não sobre (26) o altar e retalhavam-se com facas e com lancetas (28); isto é, lanças; também profetizaram (29), isto é, excitaram-se ao ponto de perderem o domínio de si próprios. O quadro que se nos apresenta lembra-nos certas práticas diabólicas ainda existentes nos nossos dias.

1Rs-18.30

Não há razão para supor que o altar de Jeová tivesse sido quebrado (30) naquela altura. A escolha de doze pedras era uma condenação implícita da existência do reino do norte. A água (33) poderia ter sido trazida do mar. Elias reconhece que a situação obedece a um plano de Deus; no vers. 37 leia-se: “porque tu fizeste tornar o seu coração para trás”. A matança dos profetas de Baal (40) pode chocar a nossa sensibilidade e o nosso sentido de justiça. Com ela alcançavam-se dois objetivos: por um lado vingar a morte dos profetas de Jeová (4); por outro executar a sentença pendente sobre os que seriam israelitas apóstatas. (#Dt 13.1-5). A chuva vem proclamar a inteira justiça da causa do profeta. Totalmente vitorioso, Elias humilha-se ao ponto de correr perante Acabe (46).

F. Dvisdson

A Prova no Carmelo. 18:17-40.
Acabe Confrontado com Elias. 18:17-20.

És tu, ó perturbador de Israel? A conduta de Acabe foi mais infantil que perversa, quando petulantemente acusou o homem de Deus de perturbar a terra de Israel. Elias enfrentou as insinuações de Acabe francamente, devolvendo a acusação diretamente.

Fez o rei se lembrar que não era ele, Elias, que era o perturbador, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do Senhor, e seguistes os Baalins.

Monte Carmelo. Um maciço de montanhas de beleza extraordinária, formado de muitos picos e cortado por centenas de gargantas grandes e pequenas. Estende-se por cerca de 20,9km na direção do sudeste, e sua ponta ocidental desemboca abruptamente no Mediterrâneo, perto de Haifa. Sobre um dos promontórios, Elias estabeleceu o campo da “batalha dos deuses”, entre os deuses dos fenícios pagãos, representados pelos Baalins, e Jeová, o Deus vivo. É provável que o profeta escolhesse este local, em primeiro lugar por causa de sua proeminência geográfica natural, mas também porque era terreno litigioso entre Israel e a Fenícia, e porque os cananeus acreditavam que o Monte Carmelo era lugar especialmente habitado pelos deuses. Se esta interpretação é correta, Elias, como os santos antes e depois dele, teve a coragem de lutar contra “o espírito do mal nos ares”, lá do alto do próprio Carmelo. Tão confiante ele estava do resultado que tornou a vitória o mais difícil possível para si mestria e sua causa, desafiando Baal a que fosse o vitorioso.
Elias Desafia Israel. 18:21-24.

Então Elias se chegou a todo o povo. Depois de reunir o povo de Israel, Elias apresentou-lhe o seu desafio. Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Antes, Até quando titubeareis entre as duas ramificações da estrada? Seja qual for a tradução escolhida, o significado é cristalino. A questão estava diante deles. Uma decisão definida tinha de ser tomada. Se Baal fosse Deus, Jeová tinha de ser renunciado. Se Jeová devia reinar como Deus, Baal e todos os seus cultos tinham de ser abandonados. Muitos em Israel foram provavelmente tentados a se comprometerem com ambos. Elias, que não deixava lugar ao compromisso duplo, viu claramente o caráter radical das duas posições e exigiu uma decisão definida. Homens assim sempre preferem as bênçãos divinas apesar da impopularidade temporária com as massas.
A Proposta de Elias aos Profetas de Jezabel. 18:25-35 .

Disse Elias aos profetas de Baal: Escolhei para vós outros um dos novilhos. Depois do sinistro silêncio do povo, Elias continuou apresentando sua proposta, tão simples quanto direta. As duas facções que se opunham (450 adoradores de Baal contra um representante do culto a Jeová), deviam ambas preparar cada uma o seu sacrifício, erigindo um altar e colocando nele o animal sacrificial preparado. Só o fogo não seria ateado. A prova era clara e inequívoca – “o deus que responder por fogo esse é que é Deus” (v. 24).

Invocaram o nome de Baal, desde a manhã até ao meio-dia. Com medidas cada vez mais frenéticas, os adoradores de Baal tentaram coagir o senhor da atmosfera a lhes responder com fogo, de acordo com as regras estipuladas.

Elias zombava deles. Estas palavras, que à primeira vista podem parecer engraçadas, foram pronunciadas com a mais profunda ironia e sarcasmo. Fazendo zombaria, Elias sugeriu que Baal, o seu deus, talvez estivesse dormindo ou caçando.

E eles clamavam em altas vozes, e se retalhavam com facas e com lancetas. Eles se entregaram a um êxtase de loucura. Tal condição não é desconhecida hoje em dia entre certos dançarinos dervixes. Para tornar Baal mais propício, não hesitaram em mutilar seus próprios corpos até que começou a brotar sangue. Mas apesar de seu mais frenético empenho, não receberam resposta, pois clamavam a ouvidos surdos.

Então Elias disse . . . Chegai-vos a mim. Confiantemente, com calma e segurança, o profeta agora continuou invocando o único Deus verdadeiro, o Deus de Israel. Para construção do seu altar, ele escolheu doze pedras – uma para cada uma das tribos de Israel. Embora política e socialmente divididas, na mente de Deus elas continuavam sendo um único povo, com um só Senhor e uma esperança messiânica. Portanto, Elias construiu o altar com exatamente doze pedras, como testemunho delas e contra elas. À volta do altar abriu uma fossa bastante grande para conter duas medidas, isto é, dois alqueires de sementes (medida para secos).

De maneira que a água corria ao redor do aliar; ele encheu também de água o rego. Terminando os arranjos para o sacrifício, Elias fez o estranho pedido de ensopar o altar com água três vezes, até que o rego transbordou. Isto foi feito para provar á validade absoluta do milagre que ia se seguir. Elias insistiu em tornar a prova o mais difícil possível para Deus, para que a resposta pudesse destacar-se em contraste mais claro e mais agudo com a impotência de Baal e seus profetas.
A Oração de Elias e Sua Resposta. 18:36-39.
36, 37. Ó Senhor, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel. A extrema brevidade, embora absoluta sinceridade, da oração de Elias, torna-se notável quando comparada com os gritos, pulos e danças frenéticas dos adoradores de Baal. O profeta simplesmente fez Deus se lembrar que ele não estava inventando este aparentemente estranho procedimento, mas que o executara por ordem divina.

Então caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto. Tão intenso foi o fogo divino, que devorou as pedras do altar e até lambeu toda a água que transbordava do fosso. A intervenção sobrenatural na resposta à oração da fé do profeta de Deus resolveu a questão.

O povo, lembrando-se dos termos do duelo espiritual, gritou: O Senhor é Deus!

Lançai mão dos profetas de Baal, que nem um deles escape. O fato de Elias ter matado os profetas de Baal tem sido um ponto discutido pelos críticos. Vamos nos lembrar que esta matança foi em represália da matança dos profetas de Jeová feita por Jezabel, e que a morte era a penalidade prescrita por Deus para a adoração de ídolos (Dt. 13: 13-15). Quisom. Um riacho que nasce no Monte Tabor e desce para o Mediterrâneo. Junto desse riacho Elias matou os sacerdotes de Baal.

Moody





Moody

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Até a próxima! Que Deus te abençoe.

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