Livro Grátis - A soberania de Deus em meio às crises - Rainha Ester

Livro Grátis – A soberania de Deus em meio às crises – Rainha Ester

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Livro Grátis – A soberania de Deus em meio às crises – Rainha Ester

Rainha Ester - Livro Grátis A soberania de Deus em meio às crises

Ester e Mardoqueu superando as crises

Clique no link para download e Aprenda com os exemplos da Rainha Ester e seu fiel protetor Mardoqueu.

Rainha Ester - Livro Grátis A soberania de Deus em meio às crises

Rainha Ester

O livro de Ester nos mostra como é importante sermos fiéis ao Senhor. Nesta lição, aprenderemos sobre agirmos com coragem e fé na tribulação e como desenvolvermos nossa confiança em Deus.

O nome do autor é desconhecido. Mas o livro foi escrito por um judeu que conhecia os costumes e a linguagem dos persas. Talvez Mardoqueu ou Esdras tenha sido o autor.

O livro de Ester é uma narração bem elaborada, que relata como o povo de Deus foi preservado da ruína durante o séc. V aC.

O livro toma seu nome de uma mulher judia, bela e órfã, que tornou-se rainha do rei persa Assuero. Acredita-se que este rei tenha sido Xerxes I, que sucedeu Dario I, em 485 aC, e governou 127 províncias, desde a Índia até a Etiópia, durante vinte anos.

Viveu em Susã, a capital persa. Naquela época, certo número de judeus ainda se encontrava na Babilônia sob o governo persa, embora tivesse liberdade para retornar a Jerusalém (Est_1-2) há mia de cinquenta anos. A história se desenrola num período de quatro anos, iniciando no terceiro ano do reinado de Xerxes.

Conteúdo

Ester é um estudo da sobrevivência do povo de Deus em meio à hostilidade. Hamã, o homem mais importante depois do rei, deseja a aniquilação dos judeus. Ele manipula o rei para que execute os judeus. Ester é introduzida em cena e Deus faz uso dela para salvar seu povo. Hamã é enforcado; e Mardoqueu, líder dos judeus no Império Persa, se torna primeiro ministro. A festa de Purim é instituída para marca a libertação dos judeus.

Um aspecto peculiar no Livro de Ester é que o nome de Deus não é mencionado. No entanto, vestígios de Deus e seus caminhos transparecem em todo o livro, especialmente na vida de Ester e Mardoqueu. Da perspectiva humana, a rainha Ester e Mardoqueu foram as duas pessoas do povo menos indicadas pras desempenhar funções importantes na formação da nação. Ele era um judeu benjamita exilado; ela era prima órfã de Mardoqueu, adotada por este (Est 2:7).

A maturidade espiritual da rainha Ester se percebe na virtude dela saber esperar pelo momento que Deus julgou adequado, para, então, pedir ao rei a salvação do povo e denunciar Hamã (Est 5:6-8;)  7.3-6). Mardoqueu também revela maturidade para aguardar que Deus lhe indicasse a ocasião correta e lhe orientasse. Em consequência, ele soube o tempo certo de Ester desvendar sua identidade judaica (Est 2:10). Esta espera divinamente orientada provou se crucial (Est 6:1-14;)  7.9,10) e comprova a base espiritual do livro.

Finalmente, tanto a rainha Ester quanto Mardoqueu temiam a Deus, não a homens. Independentemente das consequências, Mardoqueu recusou-se a prestar honras a Hamã. Ester arriscou sua vida por amor do seu povo quando foi ao rei sem ter sido convidada. A missão de Ester e Mardoqueu sempre foi salvar a vida que o inimigo planejava destruir (Est 2:21-23;)  4.1-17; 7.1-6; 8.3-6) Como resultado, conduziram a nação à liberdade, foram honrados pelo rei e receberam autoridade, privilégios e responsabilidades.

O Espírito Santo em Ação

Embora não se mencione diretamente o Espírito Santo , sua ação produziu em Ester e Mardoqueu profunda humildade, conduzindo-os ao amor mútuo e à lealdade (Rom 5:5)

O Espírito Santo também dirigiu e fortaleceu Ester para jejuar pelo seu povo e pedir que este fizesse o mesmo. (Rom 8:26-27).

Esboço de Ester

I. Uma nova rainha é escolhida 1.1-2.17

O rei Assuero mostra seu poder e celebra uma festa 1.1-8

A rainha Vasti e deposta 1.9-22

Ester é escolhida para ser rainha 2.1-18

II. A vida do rei é salva 2.19-23

Mardoqueu descobre uma conspiração 2.19-21

Ester informa o rei 2.22-23

III. É feito um plano contra os judeus 3.1-4.17

Hamã planeja destruir os judeus 3.1-15

Mardoqueu persuade Ester a intervir 4.1-14

Ester solicita a ajuda de Mardoqueu 4.15-17

IV. Mardoqueu é exaltado 5.1-6.14

Ester prepara um banquete 5.1-8

Hamã planeja destruir Mardoqueu 5.9-14

Hamã é forçado a honrar Mardoqueu 6.1-14

V. Hamã é enforcado 7.1-10

Ester revela sua identidade e expõe Hamã 7.1-6

Hamã e enforcado na forca preparada para Mardoqueu 7.7-10

VI. Os judeus são salvos 8.1 –9.17

Ester leva seu pedido ao rei 8.1-6

O rei emite um decreto a favor dos judeus 8.7-17

Os judeus derrotam seus inimigos 9.1-17

VII. A Festa de Purim é estabelecida 9.18-10.3

Os judeus celebram o primeiro Purim 9.18-32

O rei eleva Mardoqueu 10.1-3

Fonte: Bíblia Plenitude

O livro conta-nos a história da Rainha Ester, jovem judia que substituiu Vasti, como rainha do rei persa, Assuero. Esse livro propõe-se a fornecer-nos as circunstâncias históricas do estabelecimento da festa judaica de Purim. Trata-se da história de uma heroina judia, por conseguinte. Embora não contenha o nome de Deus, e nem seja citado uma vez sequer no Novo Testamento, tem desfrutado de grande popularidade entre os judeus. O hino de louvor aos heróis da fé, em Eclesiástico 44:49, não menciona Ester.

Nos fins do século I D.C., os rabinos judeus continuavam disputando sobre a canonicidade do livro. Lutero emitiu o desejo de que o mesmo nunca tivesse sido escrito. Também não figurava entre os rolos dos Manuscritos do Mar Morto (ver a respeito no Dicionário). Esses fatos dão ao livro uma posição curiosa, dentro do cânon sagrado. Mas, a corrente principal do judaísmo sempre lhe deu um grande valor.

O nome hebraico dessa mulher era Hadassah, que significa «murta», o nome de uma planta. Ester era o nome (provavelmente persa) que lhe foi dado, quando ela tornou-se parte do harém real. É possível que esse último nome esteja ligado a Istar, nome de uma das principais deusas babilônicas.

Há um targum que revela que ela foi assim chamada em honra à estrela Vênus, no grego, Aster, vinculada à palavra portuguesa estrela. Alguns estudiosos supõem que essa troca de nomes tenha seguido uma imitação da palavra hebraica, não tendo havido uma troca genuína de um apelativo por outro. Ester pertencia à tribo de Benjamim. Seu nome tem sido imortalizado no livro que foi escrito para decantar seus atos heróicos.

A rainha Ester tinha um primo, Mordecai, que a adotou quando da morte de seus pais (Est. 2:5-7), tendo-a criado na Pérsia. Ali ela também foi o instrumento na salvação dos judeus, quando as autoridades do império persa queriam destruí-los. Isso foi possível somente porque Ester tornou-se a rainha do rei persa, em lugar de Vasti. Desse modo, Ester ficou em uma posição em que pôde interceder em favor de seus compatriotas judeus.

Muitos eruditos liberais não crêem na historicidade do livro da Rainha Ester. Preferem pensar que se trata de um romance histórico, porquanto contém vários erros históricos evidentes. O principal desses erros é que não é possível identificar com certeza qualquer rei da Pérsia chamado Assuero. Assuero tem sido identificado por outros como Xerxes (485-465 A.C.).

Champlin





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Espero que tenha gostado da história da Rainha Ester. Até a próxima! Que Deus te abençoe.

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