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Os Jovens na fornalha, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego não negam o seu Deus – Aprendizado sobre o Livro de Daniel

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Uma estátua (1). Era costume entre os reis assírios erigirem estátuas de si mesmos. Que aquela fosse uma estátua do próprio Nabucodonosor, entretanto, não é expressamente afirmado.

É possível que o fato de Daniel haver identificado a cabeça de ouro com o rei (#Dn 2.38) e sua própria satisfação devido ao número de suas conquistas (entre as quais, provavelmente, Jerusalém podia ser agora incluída) tenha levado Nabucodonosor a ficar cheio de orgulho, erigindo aquela estátua tanto em honra de seu deus como em sua própria honra. De ouro (1).

A acusação | A Ira do Rei | O quarto homem | O Milagre |

Não é preciso entender necessariamente que a estátua tenha sido feita de ouro sólido, pois pode ter sido recoberta de ouro. Também é possível que tenha sido posta sobre um pedestal, e na forma de um obelisco que, na base, tinha três metros de largura. O aspecto grotesco da estátua não é argumento contra a historicidade do relato e uma evidência de haver sido genuína é o emprego do sistema sexagésimo babilônico.

Campo de Dura (1) é um lugar vasto entre montanhas, cuja exata localização não tem sido determinada, embora a palavra duru (um muro que fecha) seja regularmente comum em babilônico.

Objeção contra a autenticidade do livro de Daniel tem sido aventada por causa da presença de alegadas palavras gregas no versículo 5. Os nomes de três dos instrumentos musicais (a saber, os que são traduzidos como harpa, sambuca e saltério) têm sido algumas vezes considerados como de origem grega.

Caso sejam gregas, assim diz o argumento, então certamente Daniel não as teria conhecido, visto que viveu tão antes do levantamento da cultura grega. Não obstante, ainda que tais palavras fossem realmente de origem grega, de forma alguma seguir-se-ia que Daniel não poderia tê-las usado, visto que a cultura grega se espalhou desde bem cedo e havia soldados gregos no exército de Nabucodonosor (ver The Prophecy of Daniel, pág. 87).

A acusação > Dn-3.12

O caráter injusto da acusação contra os companheiros de Daniel deveria ser notado (12). Seus acusadores declaram-nos judeus, assim frisando que eram estrangeiros, com a possível implicação que, sendo estrangeiros, não seriam leais. Note-se, ainda, a declaração que o rei havia honrado aqueles judeus, deixando subentendido que lhes faltava gratidão. Tem sido levantada a questão por que Daniel não é mencionado nesse capítulo. Várias sugestões têm sido feitas tentando dar resposta, mas, nenhuma delas é satisfatória. Visto que a Bíblia não menciona Daniel nesse ponto, é inútil especular sobre a questão.

A ira do Rei > Dn-3.14

Tomado de ira, o rei ordena que os três homens acusados lhe fossem trazidos à presença, oferecendo-lhes oportunidade de negar a acusação (14). O versículo 16 oferece alguma dificuldade e seria mais apropriado traduzir sua última parte como: “… não necessitamos, com respeito a esse assunto, defender-nos perante ti”. Em outras palavras, os três reconhecem a verdade da acusação e, em lugar de se defenderem, estão dispostos a deixar seu caso nas mãos de Deus. O versículo 17 não lança qualquer dúvida sobre a capacidade de Deus para salvar, mas antes, salienta Sua habilidade ética, isto é, se Deus em Sua vontade puder livrar, Ele o fará. E vemos que Ele fez, livrou os 3 jovens na fornalha.

O quarto homem > Dn-3.19

Em resposta, Nabucodonosor ordena que a fornalha seja aquecida sete vezes mais do que o costumeiro e os três são projetados no meio das chamas (19). O versículo 25 apresenta o espanto do rei ao perceber que, em adição aos três judeus Misael, Hananias e Azarias, havia na fornalha alguém “semelhante ao filho dos deuses”.

Por meio da abertura no fundo da fornalha, o rei viu uma quarta pessoa e, embora falando do ponto de vista de um homem estribado na superstição babilônica, reconheceu a presença de um Ser sobrenatural, alguém da raça dos deuses. O rei pagão, naturalmente, não podia reconhecer a verdadeira identidade dAquele que estava em sua presença. Alguns têm pensado que se tratava de um anjo que apareceu na fornalha; mais provavelmente, porém, temos aqui uma manifestação pré-encarnada do Filho de Deus.

O milagre do livramento

No livramento dos três foi realizado um grande milagre por Deus. Milagre é um ato, realizado no mundo externo pelo poder sobrenatural de Deus, contrário ao curso comum da natureza (embora não necessariamente levado a efeito contra os meios ordinários da natureza), e seu propósito é servir de sinal ou comprovação. Um milagre, por conseguinte, não deve ser considerado meramente como uma obra poderosa, mas como uma obra poderosa designada a comprovar os propósitos redentores de Deus.

A milagrosa libertação de Mesaque, Sadraque e Abede-Nego, os três jovens na fornalha ardente, tinha o propósito de demonstrar a soberania do verdadeiro Deus sobre a nação que havia feito cativa Israel. Nabucodonosor reconhece a superioridade do Deus de Israel porquanto não há outro Deus que possa livrar como este (29). Embora o rei tenha progredido além do que disse em #Dn 2.47, não havia ainda falado movido por um coração dominado pela fé.                                       

F. Davidson

O três jovens na fornalha, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego ou se preferir, Hananias, Misael e Azarias são um verdadeiro Exemplo de fé e firmeza de convicções.





Creio que você vai gostar também do E-book Jó – Atravessando a Crise na Perseverança

Até a próxima! Que Deus te abençoe.

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