Jó - Livro Grátis 28 pag. de estudo - Atravessando a Crise na Perseverança

Jó – Livro Grátis 28 pag. de estudo – Atravessando a Crise na Perseverança

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Jó – Livro Grátis 28 pag. de estudo – Atravessando a Crise na Perseverança

Livro Grátis - Atravessando a Crise na Perseverança - Jó

Porque o Justo Sofre? Um estudo sobre Jó.

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Livro Grátis - Atravessando a Crise na Perseverança - Jó

Um dos livros de SABEDORIA do AT. Trata do sofrimento humano. Nele conta-se a história de Jó, um homem bom, fiel a Deus, rico e feliz, que de repente perde os filhos, todos os bens e ainda é atacado por uma doença dolorosa e nojenta.

Seus amigos, em diálogos poéticos, procuram achar explicação para tanta desgraça, considerando o sofrimento como resultado do pecado. Para eles, Deus sempre recompensa os bons e castiga os maus. Mas Jó reage contra essa explicação, chegando até a desafiar a Deus.

A soberania de Deus

Deus não responde às perguntas de Jó, mas fala do seu próprio poder e sabedoria, levando Jó a humilhar-se diante dele. Mesmo assim, fica provado que os seus amigos estavam errados e que Jó estava certo.

Em conclusão, Deus repreende os amigos de Jó por não haverem entendido a razão do seu sofrimento e por terem defendido idéias erradas a respeito de Deus. A Jó, porém, Deus recompensa, devolvendo-lhe em dobro tudo o que antes possuía, pois ele, mesmo com a sua impaciência, as suas reclamações e os seus protestos, conservou a fé num Deus que é justo.

Ele reconheceu que os seres humanos não podem compreender tudo, nem explicar bem a razão por que às vezes os justos sofrem.

Biblia Ilumina

A fúria de Satanás

Aquele que é sábio para a salvação está cônscio da dimensão demoníaca da história, a fúria secular de Satanás contra “a semente” da mulher (cons. Gn. 3:15), isto é, Cristo e o Seu povo. O Adversário protestou dizendo que a piedosa sabedoria de Jó não era genuína, que a sua piedade era apenas temporária e resultante de sua prosperidade.

Mas provado, Jó esmagou Satanás sob os pés demonstrando que estava pronto a servir a Deus “debalde”. Uma vez que a verdadeira sabedoria, o temor a Deus, é um dom redentor divinamente concedido, a acusação de Satanás contra Jó foi realmente uma desafiadora negação da sabedoria de Deus, um desafio à eficácia soberana do decreto redentor de Deus de “pôr inimizade” entre os eleitos e a serpente (Gn. 3:15).

O propósito primário do sofrimento de Jó, desconhecido para ele, foi que permanecesse diante dos homens e anjos como um troféu do poder salvador de Deus, uma exibição dessa sabedoria divina que é o protótipo, fonte e fundamento da verdadeira sabedoria humana.

6, 7. Para que o leitor possa descobrir o propósito primário dos sofrimentos de Jó e assim se colocar em posição de julgar corretamente onde jaz a verdadeira sabedoria na sequência, afasta-se o invisível véu angélico, pintado aqui como uma corte real com o Soberano assentado em Seu trono no meio dos Seus servos.

Os filhos de Deus. Esta frase, nos antigos mitos politeístas indicava seres divinos. Na Bíblia se refere ou aos homens (Gn. 6:2 por exemplo) ou, como aqui, a criaturas celestes. Satanás, literalmente, o Adversário, está entre aqueles que são obrigados a prestar contas diante do trono celestial.

Isto, como também o fato de Satanás não poder tentar Jó sem permissão, torna conhecida sua absoluta subordinação, ao lado de todas as outras criaturas visíveis e invisíveis, ao Deus que Jó temia.

8-10. Deus Se glorifica quando aponta para Jó como criação da Sua graça redentora. Ninguém há na terra semelhante a ele (v. 8b). Este endosso divino vai além até da descrição do versículo 1.

Mas embora o acusador hostil não encontre nada na vida visível de Jó para condená-lo (compare com a situação em Zc. 3), ele insinua que a aparente devoção do patriarca é de calculado interesse pessoal. Ele diz, realmente: “Jó é um enganador como eu, seu verdadeiro pai, o diabo”.

Satanás tentou arrancar Jó da mão de Deus, e assim pôs em dúvida o direito que o Senhor tinha sobre Jó por tê-lo feito Seu filho através da graça redentora.

O diabo dá a entender que, deixando de reconhecer a fraudulência da piedade de Jó, Deus é ingênuo. Pois que, tendo recebido um mundo todo seu com uma cerca à volta, não manteria as devidas aparências de lealdade ao doador?

O assalto satânico contra a integridade de Jó é, em última análise, um assalto à integridade divina: Deus subornara o profano Jó para que agisse com piedade. A oportunidade que foi dada a Jó em sua provação foi, portanto, não tanto para justificar-se mas para justificar a Deus.

11, 12. Na tentação, no Éden, Satanás desacreditou a Deus diante do homem; aqui ele desacreditou o homem diante de Deus. Mas, em ambos os casos, ele usou a mesma técnica sutil. Começou com uma pergunta insinuante, depois prosseguiu contradizendo atrevida e declaradamente a palavra divina. Remova a prosperidade de Jó, disse, e a piedade que repousa sobre ela vai desmoronar.

Deus aceitou o desafio. Realmente, dirigindo a atenção de Satanás para Jó, em sua insondável sabedoria, Ele provocou o desafio. Que a cena celestial, e as transações da corte celeste não foram reveladas a Jó está de acordo com o fato de que este livro não tem intenção primordial de responder à pergunta: Por que sofrem os justos? Antes, o livro representa a absoluta consagração do ser ao fiel Criador-Salvador do homem como sendo a verdadeira sabedoria.

Um homem deve continuar temendo a Deus mesmo quando seu mundo se desmorona e a vida o coloca em dificuldades, como no caso de Jó, assombrado e perplexo sobre um monte de refugo.

Moody

Um homem bom num universo pecaminoso (Jó 1.1-5)

O caráter de Jó é singularmente enaltecido pelas palavras sincero e reto (1). Estes adjetivos sugerem-nos um homem íntegro, de elevada moral, amadurecido, equilibrado. (Cfr. a palavra teleios no Novo Testamento). Spurgeon podia ter dito de Jó o que disse de Gladstone: “Não cremos na infalibilidade de quem quer que seja mas é consolador poder estar certo da integridade de um homem”.

A sua maturidade moral explicava-se pela sua profunda reverência a Deus. A profundidade da sua espiritualidade transparece na descrição da piedade que demonstrava em sua própria casa e entre os seus (vers. 5). O que no campo espiritual ambicionava para si, não o ambicionava menos para a sua família.

Ao oferecer regularmente os seus holocaustos, Jó ia ao ponto de sacrificar também pelos filhos prevendo os pecados que eles pudessem ter cometido contra Deus. A expressão no seu coração (5) revela-nos, de forma impressiva, o caráter da sua espiritualidade-uma espiritualidade que nada tinha de superficial e o fazia a necessidade de orar: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro”.

A sua estabilidade moral e espiritual tinha, como fundo, um universo seguro. A bênção de filhos (2), de grandes riquezas materiais (3), de harmonia e alegria entre os seus (4), tudo contribuía para sua felicidade. Poder-se-lhe-iam aplicar, sem reserva, as palavras do #Sl 1.3.

O céu principia a turbar-se (Jó 1.6-12)

Estamos perante um dramático concílio celestial no qual aparecem os filhos de Deus (6), isto é, os anjos, incluindo Satanás. Não se procure aqui a bem elaborada doutrina que, a respeito de Satanás, nos apresenta a teologia ortodoxa. Satanás não aparece como anjo caído mas como anjo que tem frequente acesso ao céu (#Jó 1.6; #Jó 2.1).

O nome Satanás (6) é precedido de artigo no original e certo tradutor verte “o adversário”.

Um conhecido professor sintetiza nas seguintes palavras o papel de Satanás: “na terra, é o inspetor de Deus junto dos homens; no céu, o adversário dos homens junto de Deus”. É um agente divino cujo dever é prestar a mais rigorosa atenção à virtude e ao vício dos homens. Aparece como o cínico supremo da corte celestial. As afetuosas palavras de louvor que Deus profere em relação ao Seu servo (cf. #Sl 149.4) provocam logo a diabólica pergunta: Porventura teme Jó a Deus debalde? (9).

Os bens materiais que o rodeiam e põem a sua vida ao abrigo de dificuldades são, segundo Satanás, uma explicação suficiente para a sua piedade. Tirem-se-lhe os bens, e a piedade desaparecerá. Resume-se no seguinte a satânica acusação: a prosperidade material não é um elemento de acréscimo para a fé de Jó mas a própria raiz dessa fé. A destruição da raiz seria a morte da flor.

Deus aceita o desafio (12) mas o teatro de investigações não deve ir além das possessões de Jó, não deve estender-se à sua pessoa. Está pronto o palco no qual se desenrolará o drama a que iremos assistir e que é, afinal, todo o livro de Jó. 

F. Davidson





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Até a próxima! Que Deus te abençoe.

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